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O fascinante cachorro Bull Terrier

A Origem do Bull Terrier

O Bull Terrier contemporâneo se diferencia muito do Bull Terrier dos anos 1800 em relação a sua geração. Dantes, na Grã-Bretanha, tinham muitos esportes de combate e caça para cachorros, daí o propósito da criação do Bull Terrier, esse cachorro que é a fusão dos cachorros Bull e Terrier. Em meados dos anos 1800, foi James Hinks que exibiu esse espécime para o planeta após alguns anos de várias experimentações.
Com o propósito de se descobrir um exímio cachorro para brigas, decidiu-se naquela época acasalar com o Dálmata, logo originou-se o Bull Terrier recente. A luta entre cachorros e, inclusive, entre cães e touros, era bastante tradicional na Inglaterra de antigamente, ainda mesmo após a sua proibição naquele território.
É necessário entender a criação do Bull Terrier que temos conhecimento, pois, independentemente dele ser uma combinação de três tipos (Dálmatas, Bulldogs e English White Terriers), na verdade ele é derivado dos molossos. Estes eram utilizados demasiadamente para lutar contra animais com um corpo físico bastante maior que o seu.
O grande intento era se conceber um exímio cão para brigas, todavia, com as diversas mesclas que foram feitas com o passar dos anos, deu-se origem ao que conhecemos presentemente do Bull Terrier.

Características Físicas do Bull Terrier

O Bull Terrier é uma raça obediente, excessivamente paciente perante a obediência. Ele é bastante astuto, bem resistente e com suas dimensões bem divididas. Sua cabeça é comprida, resistente e enorme até o fim da trufa, a superfície não tem buracos ou contornos e o maxilar é profundo e forte. Tem um olhar profundo, portando-os demasiadamente pequenos e uma coloração castanha. As suas orelhas são eretas, levemente finas e aproximadas entre si.
O seu esterno fica mais perto do chão, revelando uma cernelha com ampla profundidade e o seu corpo esférico e suas costelas são bem arqueadas. A cauda da raça usualmente não é curta, de implantação não tão erguida.
Sua pelagem é muito curta, espessa e sensível sempre que tocada. O Bull Terrier mais famoso é esbranquiçado, integralmente ou com algumas manchas coloridas. E há o Bull Terrier pigmentado, que ainda que porte poucas partes esbranquiçadas, é majoritariamente pigmentado.

Como cuidar de um Bull Terrier

O Bull Terrier precisa ser entretido com um bom exercício físico ou com incentivos mentais. Esta é uma espécie ativa que gosta de correr, entretanto é conveniente deixar esse animal em uma área segura. Ele não deve ficar ao ar livre, embora permanecendo dentro da casa, com ingresso ao quintal.
Mesmo que o Bull Terrier seja mais brando, amoroso e sereno, é preciso que você faça com que ele desfrute e despenda sua energia para não aborrecê-lo, seja com você ou com os indivíduos ao seu entorno. Caso ele não gaste toda a potência que tem aglomerada, ele pode chegar a ser demasiadamente mais ofensivo e estressado, e isto deve-se a maneira como foi concebido, sendo tratado como um cão de combates.
Apartamento não é o espaço adequado para se ter um Bull Terrier, dado que ele carece de espaço para andar e divertir-se. Para essa espécie que precisa de consumir bastante energia, um recinto maior é o ideal, apesar de existir indivíduos que têm este animal mesmo morando em pequenas casas. Caso esse seja o seu caso, compreenda que você tem que fazer com que ele realize várias atividades físicas com o intuito de prevenir adversidades posteriores.
Os cuidados com os pelos são mínimos.

Vantagens de ter um Bull Terrier

Esta raça não é indicada para todo mundo, porém as que o possuírem irão observar diversas coisas agradáveis. Seu gênio é marcante. Esse cachorro vai acompanhá-lo até os últimos dias da sua vida, sendo bem fiel a você e sua família. O Bull Terrrier nos distrai ao passo que investiga o entorno com o ânimo de uma criança e a atenção persistente de um policial.
Tudo que você proporcionar ao Bull Terrier, seja um bichinho de pelúcia ou uma bola pequena, ele vai cheirar, entreter-se por um tempo e, logo após, irá destruir em questão de minutos. Sem instrumentos para divertir-se, o Bull Terrier é, sem dúvida, engenhoso o bastante para se conservar distraído. O desejo de manter-se entretido é um sinal frequente em todos os cães, embora é uma peculiaridade essencial desta espécie em particular.

Problemas que mais ocorrem no Bull Terrier

Ainda que seja, em geral, uma espécie muito sadia, doenças vinculadas a hérnias e à pele são capazes de ocorrer nos cães da espécie, que inclusive inclinam-se a ser afetados por problemas de acne e até acrodermatite, uma crítica enfermidade que atinge os cães quando bebês e causa desde a pelagem enfraquecida até o ressecamento dos coxins e feridas nas mais diferentes regiões do corpo do espécime.
Um dos cruciais distúrbios da raça é a perda de audição, de um ou ambos ouvidos. Afirmava-se que este transtorno era devido a cor esbranquiçada do cão, daí terem sido desenvolvidos cachorros mais pigmentados.
Se você gosta de cães mais subservientes, é muito melhor refletir duas vezes antes de tê-lo, porém, se você quer um cão autossuficiente, este é o preferível. O melhor é que você seja um proprietário de cães mais experimentado, pois essa raça não é indicada para pessoas que estão desejando possuir um cachorrinho pela primeira vez. A sua personalidade não proporciona que a pessoa seja iniciante no tema.
O treinamento do Bull Terrier é mais prolongado se comparado às demais raças pois este cachorro tende a recusar-se ao treino. Ele não é agressivo com pessoas estranhas, porém, se você deseja que ele inclusive seja festeiro, então é muito melhor familiarizá-lo precocemente com pessoas que nunca viu.

Filhote de Bull Terrier

Estes cachorros, quando filhotes, são capazes de ser bastante bagunceiros e demolir tudo o que está ao seu redor. Eles, precisamente como os adultos, devem despender muita energia com o objetivo de não ficarem exageradamente irrequietos. Não são cachorros que se possa deixar sozinhos num apartamento ou sós num quintal da casa.
Se o dono residir em edifícios, tenha muito tempo para se dedicar às atividades esportivas do cão, o Bull Terrier é capaz de ser uma boa opção, pois, além de seu corpo pequeno, é um espécime que ladra quase nada e cujo pelo curto exige pouca conservação.
O grau de agressividade e de amor de um bicho está intimamente conectado com o modelo de criação e cuidado que ele ganha por parte da sua família e, então, o Bull Terrier que receber muito amor e memorizar ordens de adestramento e disciplina o quanto antes raramente irá ser um cão hostil.
Os Bull Terrier são extremamente resistentes, fazendo que, quando estão bravos, são capazes de produzir seriíssimos problemas para quem está na sua frente. Por causa disso o carinho é extremamente fundamental. Este cachorro não é agressivo, embora, se incitado para um ato deste, pode ser parecido a um Pitbull em fúria.

Fatos interessantes a respeito do Bull Terrier

Seu cão achará alguma coisa para fazer e, caso você esteja no local, o exercício dele irá ser te fazer rir. Ele adora fazer brincadeiras a você, então se acostume a vê-lo pulando e se divertindo sozinho, com o intento de só fazer você sorrir. Se você tiver muita energia, poderá divertir-se com ele por várias horas.
Se estas aptidões atléticas não chamarem sua atenção, é melhor que tape os ouvidos. Creia ou não, o seu Bull Terrier irá te chamar. Eles vão fazer o que estiver ao alcance para conseguir o mínimo possível de amor. Sem misturar isto com roncos (que ele irá emitir sempre que preciso), seu Bull Terrrier vai tentar comunicar. No momento em que conseguir chamar a sua atenção, ele vai emitir alguma espécie de sinal.
Este traço pode soar esquisito ou até como uma moléstia para algumas pessoas, mas os proprietários divertem-se. Os Bull Terriers gostam de achar não interessa o perfil de arbusto ou uma pequena porção de relva com o intuito de se arranjar, ao avistarem-nas eles não hesitarão em se recostar abaixo delas.
Toda vez que se aproxima, você vai perceber que ele irá estar com um olhar enevoado, ele estará bem tranquilo e irá se “soltar” deste planeta. Em seguida a algum tempo, ele se levantará, vai ajeitar o seu pelo e continuará o seu passeio. Diversos proprietários já notaram isto ocorrer dentro de casa também, quando assentam a árvore de natal e ainda não foi encontrada qualquer elucidação lógica para este comportamento.